O papel de um pai

Qual o papel de um pai?
Um pai deve criar, educar, nutrir e manter seu filho.
Um pai deve dar carinho, e mais que isso, deve amar o seu filho.
Um pai deve dar atenção, ouvir o que o filho tem a dizer, e dizer o que o filho tem para ouvir.
Um pai deve, com sinceridade, partilhar dos momentos difícieis com o filho, mostrando que não somos super-heróis, mas podemos ultrapassar as barreiras com a ajuda de um ombro amigo.
Um pai deve incentivar o crescimento do filho, sua educação, sua formação. Se não puder fazê-lo financeiramente, que seja com atos, palavras, moções.
Um pai espera receber de um filho sentimentos de gratidão, reconhecimento, mas um pai ( que também é um filho ) deve manifestar os mesmos sentimentos ao seu filho, pois essa é a verdadeira educação.
Um pai deve rezar pelo seu filho e com o seu filho. Ensinando-o a temer e respeitar a Deus.
Um pai deve também ensinar o respeito às outras religiões. Deve ensinar o seu filho a ser contra todo tipo de preconceito, racismo e discriminação.
Um pai deve proteger o seu filho do perigo das drogas, da violência, das doenças e sobretudo da ignorância, da desinformação e da falta de caráter.
Um pai deve ensinar o amor, a compaixão, a caridade e a paz.
O que importa não é a conta bancária, um fundo de previdência, tampouco uma herança. O que importa é ser Pai.
Não haveria outro papel para dar a Deus senão Pai.
Um pai deve corrigir o filho quando este estiver errado. Com veemência se preciso for, mas sem nunca esquecer do amor.
Um pai pode bater no seu filho? Talvez possa, se esta for a única saída para livrá-lo de um perigo maior, por que não?
Um pai não deve querer ganhar nada em cima do filho, embora deva, e com razão, esperar que o filho o trate com zelo em sua velhice.
Um pai deve honrar o Dom que recebeu de Deus, e se apresentar diante d’Ele com a consciência tranqüila.
Um pai deve ser um filho rebelde ao contrário.
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“Se tens um filho, regozija-te! Mas consciente da graça que o Grande Arquiteto do Universo te deu. Faze com que, até os dez anos, ele te obedeça; até os vinte, te ame; e até a morte, te respeite. Até os dez anos, sê o seu mestre; até os vinte, sê o seu pai; e até a morte, sê o seu amigo. Pensa sempre em dar-lhe bons princípios e ensina-lhe boas maneiras; inculca nele a retidão e a honestidade sem máculas.”
Código Maçom.
Extraído de:
http://sigma21.wordpress.com/2008/01/16/o-codigo-maconico/
Olá Marcus! Será que resta alguma coisa a dizer? Na verdade o que todo pai deseja com tudo isso é que os filhos sejam felizes…Mas lembrei agora de um pensamento de Celso Antunes no qual ele diz mais ou menos assim… Existe colossal presunção e imensa ingenuidade ao se dizer que a única coisa que queremos é que nossos filhos sejam felizes. A felicidade é tudo e ao se desejá-la por completo se está renunciando à construção de pequenas coisas que edificam uma maneira melhor de se viver. Acho que o que ele quer dizer com isso é que precisamos ensinar nossos filhos que mesmo entre a tristeza e a dor podem existir instantes pelos quais vale a pena viver. Precisamos como pais também ensiná-los a educar as emoções para que que não venham a tornar-se pessoas frias, providas de sentimentos nobres, incapazes de desenvolver uma postura de alteridade, de se colocar no papel do outro… Enfim, pra quem achava que não restava muita coisa a dizer, já falei demais. Se quiser ler mais sobre isso no meu espaço eu gasto um pouco do meu tempo falando sobre educação… de alunos, de filhos, de sujeitos, de pessoas.